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MEC irá distribuir KIT GAY nas escolas para crianças de 7 a 10 anos, veja vídeo


Crianças das escolas públicas de todo o Brasil receberão um DVD com cenas de homossexualismo, que será distribuído em 2011. Já existe até uma petição contra essa ação do Ministério da Educação (MEC) na internet. Deixe o seu comentário abaixo sobre essa importante questão!


17/12/2010 15:01h
O kit gay conterá um DVD com uma história onde um menino vai ao banheiro e quando entra um colega, ele se diz apaixonado pelo mesmo e assume sua homossexualidade, se dizendo Bianca. Veja vídeo e matéria completa a respeito deste tema, no mínimo estranho, polêmico.

O deputado Jair Bolsonaro (RJ) reage de forma veemente, em plenário, a essa vergonha que foi firmada em um convênio entre o Ministério da Educação (MEC), com recursos do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE), e a ONG Comunicação em Sexualidade (Ecos), conforme publicou o Correio Braziliense.



REPORTAGEM DO CORREIO BRAZILIENSE

Kit Gay para alunos conterá um DVD com uma história aonde um menino vai ao banheiro e quando entra um colega, se diz apaixonado pelo mesmo e assume sua homossexualidade

Ele ainda nem foi lançado oficialmente. Mas um conjunto de material didático destinado a combater a homofobia nas escolas públicas promete longa polêmica. Um convênio firmado entre o Ministério da Educação (MEC), com recursos do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE), e a ONG Comunicação em Sexualidade (Ecos) produziu kit de material educativo composto de vídeos, boletins e cartilhas com abordagem do universo de adolescentes homossexuais que será distribuída para 6 mil escolas da rede pública em todo o país do programa Mais Educação.

Parte do que se pretende apresentar nas escolas foi exibida ontem em audiência na Comissão de Legislação Participativa, na Câmara. No vídeo intitulado Encontrando Bianca, um adolescente de aproximadamente 15 anos se apresenta como José Ricardo, nome dado pelo pai, que era fã de futebol. O garoto do filme, no entanto, aparece caracterizado como uma menina, como um exemplo de um travesti jovem. Em seu relato, o garoto conta que gosta de ser chamado de Bianca, pois é nome de sua atriz preferida e reclama que os professores insistem em chamá-lo de José Ricardo na hora da chamada.

O jovem travesti do filme aponta um dilema no momento de escolher o banheiro feminino em vez do masculino e simula flerte com um colega do sexo masculino ao dizer que superou o bullying causado pelo comportamento homofóbico na escola. Na versão feminina da peça audiovisual, o material educativo anti-homofobia mostra duas meninas namorando. O secretário de Educação Continuada, Alfabetização e Diversidade do MEC, André Lázaro, afirma que o ministério teve dificuldades para decidir sobre manter ou tirar o beijo gay do filme. “Nós ficamos três meses discutindo um beijo lésbico na boca, até onde entrava a língua. Acabamos cortando o beijo”, afirmou o secretário durante a audiência.

O material produzido ainda não foi replicado pelo MEC. A licitação para produzir kit para as 6 mil escolas pode ocorrer ainda este ano, mas a previsão de as peças serem distribuídas em 2010 foi interrompida pelo calor do debate presidencial. A proposta, considerada inovadora, de levar às escolas públicas um recorte do universo homossexual jovem para iniciar dentro da rede de ensino debate sobre a homofobia esbarrou no discurso conservador dos dois principais candidatos à Presidência.

O secretário do MEC reconheceu a dificuldade de convencer as escolas a discutirem o tema e afirmou que o material é apenas complementar. “A gente já conseguiu impedir a discriminação em material didático, não conseguimos ainda que o material tivesse informações sobre o assunto. Tem um grau de tensão. Seria ilusório dizer que o MEC vai aceitar tudo. Não adianta produzir um material que é avançado para nós e a escola guardar.”

Apesar de a abordagem sobre o adolescente homossexual estar longe de ser consenso, o combate à homofobia é uma bandeira que o ministério e as secretarias estaduais de educação tentam encampar. Pesquisa realizada pelas ONGs Reprolatina e Pathfinder percorreram escolas de 11 capitais brasileiras para identificar o comportamento de alunos, professores e gestores em relação a jovens homossexuais. Escolas de Manaus, de Porto Velho, de Goiânia, de Cuiabá, do Rio, de São Paulo, de Natal, de Curitiba, de Porto Alegre, de Belo Horizonte e de Recife receberam os pesquisadores que fizeram 1.406 entrevistas.

O estudo mostrou quadro de tristeza, depressão, baixo rendimento escolar, evasão e suicídio entre os alunos gays, da 6ª à 9ª séries, vítimas de preconceito. “A pesquisa indica que, em diferente níveis, a homofobia é uma realidade entendida como normal. A menina negra é apontada como a representação mais vulnerável, mas nenhuma menina negra apanha do pai porque é pobre e negra”, compara Carlos Laudari, diretor da Pathfinder do Brasil.

3 comentários:

Alan Cordeiro disse...

Olha estou pensando em como colocar minha opinião sem ser mal compreendido. Não sou nem um pouco simpatizante do radicalismo do Bolsonaro e afins, mas tb não simpatizo com o outro extremo, simples assim, nada que é muito radical é bom.
E nesse caso dos kits gay está envidenciado isso. Estão abordando o assunto homofobia de uma forma que vai acabar estimulando o homossexualismo. Ainda mais colocando essa temática nessa faixa etária. O assunto poderia ser até debatido mas de forma mais amena e para uma faixa etária mais elevada.
Depois fica difícil defender dos radicais como Bolsonaro, o livre direito de opção sexual e de expressão, com esse tipo de campanha. Muito dificíl.

Nair disse...

Esse negócio de kit gay é perigosíssimo. Uma criança não tem discernimento de sua sexualidade, e de repente se depara com um conteúdo desse, irá dar um nó na cabeça dela.
Eu ainda sou tradicional em relação a criação: homem é homem, mulher é mulher; agora se ela cresce e descobre seu lado homosessual é outra coisa, não precisa de estímulos na infância.
Quero deixar bem claro que não sou contra os gays, só acho que a descoberta deve ser espontânea.

@ThirziaTrindade disse...

Chocada... posso assim dizer! Em uma sociedade onde o preconceito anda de mãos dadas com a incoerência de pessoas que não tem noção do que isso pode acarretar para a vida de uma criança. O amor, a educação; deve-se trazer já de berço, ou seja, na família, onde tudo tem de começar. Ensinar o respeito, a obediência... coisa hoje em dia que muitos pais não sabem o que é, por isso tambem não sabem passar para os filhos! Acho um absurdo tratar a homossexualidade como uma coisa NORMAL. Isso não é normal, e não é preconceito não, tenho alguns amigos homo, mas nem por isso concordo com esse tipo de vida. DEUS fez o homem a sua imagem e semelhança, e concerteza o inimigo está aí para provar que pode destruir isso. Mas DEUS é misericórdia, por isso temos que lutar contra as ciladas do inimigo e sermos coerentes no modo de tratar essas questões socialmente, e não simplesmente educar uma criança para que ache normal a homossexualidade. Absurdo!
REZEMOS PARA QUE A RAÇA HUMANA JAMAIS ESCAPE DA TERRA PARA ESPALHAR SUA INIQUIDADE EM OUTROS LUGARES.
By, @ThirziaTrindade.