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4.9.07

Acompanhado de uma belíssima mulher, o sujeito entrou na joalheria e mandou
que ela escolhesse a jóia que quisesse, sem se preocupar com o preço.
Examina daqui, experimenta uma, depois outra, ela
finalmente decide por um colar de ouro com diamantes e rubis.
Preço US$ 458 mil.
Ele manda embrulhar, saca um talão de cheques e começa a preencher.
Assina , destaca e ao estendê-lo, percebe a fisionomia
constrangida e preocupada do vendedor examinando o cheque.
O cliente, então num gesto de cavalheiro toma a iniciativa:
- Vejo que você está pensando que o cheque pode não ter fundos.
É natural, eu também desconfiaria, afinal, uma quantia tão
grande... Tudo bem.
Façamos o seguinte: hoje é sexta-feira e o banco já
fechou.
Você fica com o cheque e com a jóia.
Na segunda-feira, você vai ao banco, pega o dinheiro e manda entregar a jóia
na casa dela, ok?
Cheio de mesuras e agradecimentos pela compreensão o vendedor encaminha o
casal até a saída, desejando-lhes um bom fim de semana.
Na segunda-feira, o vendedor ligou para o cliente para
dizer-lhe que, infelizmente, deve ter havido algum equívoco do banco, mas o
cheque não tinha fundos.
Ouviu, então, uma voz meio sonolenta:
-Sem problema.
Pode rasgar o cheque.
Eu já comi a mulher...

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